A entidade também fornece uma carteira de identidade de jornalista com validade em todo o território nacional
São Paulo. Jornalistas não diplomados estão oferecendo um curso de habilitação em jornalismo para quem se filiar ao Sindicato Nacional de Jornalistas (Sinaj) - entidade criada em 2009 que não é formalmente reconhecida pelo Ministério do Trabalho. Para se filiar, basta preencher um cadastro no site e pagar R$ 180 pela opção semestral ou R$ 300 de taxa anual de sindicalização. A apresentação do curso diz: "Você sente aquele frio na barriga quando precisa escrever algo e não consegue?", "Acha que escrever é só para quem tem talento?", e afirma que a idade mínima para se inscrever é 18 anos. A entidade também fornece uma "carteira de identidade de jornalista com validade em todo território nacional".
O documento é contestado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, já que, por lei, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) é o único órgão que pode emitir esse tipo de identificação oficial, que pode ser usada como Registro de Identidade.
O presidente do Sinaj é Fernando Leão, profissional não diplomado que possui registro há cerca de quatro anos com base na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou desnecessária a conclusão de um curso superior de jornalismo para exercer a profissão.
A discussão, porém, pode voltar. No fim de novembro, o Senado aprovou, em primeiro turno, proposta de emenda constitucional que torna obrigatório o diploma do curso superior para o exercício da profissão.
Segundo Leão, o curso oferecido não substitui a graduação e é livre - por isso não precisa de autorização do Ministério da Educação.
São Paulo. Jornalistas não diplomados estão oferecendo um curso de habilitação em jornalismo para quem se filiar ao Sindicato Nacional de Jornalistas (Sinaj) - entidade criada em 2009 que não é formalmente reconhecida pelo Ministério do Trabalho. Para se filiar, basta preencher um cadastro no site e pagar R$ 180 pela opção semestral ou R$ 300 de taxa anual de sindicalização. A apresentação do curso diz: "Você sente aquele frio na barriga quando precisa escrever algo e não consegue?", "Acha que escrever é só para quem tem talento?", e afirma que a idade mínima para se inscrever é 18 anos. A entidade também fornece uma "carteira de identidade de jornalista com validade em todo território nacional".
O documento é contestado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, já que, por lei, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) é o único órgão que pode emitir esse tipo de identificação oficial, que pode ser usada como Registro de Identidade.
O presidente do Sinaj é Fernando Leão, profissional não diplomado que possui registro há cerca de quatro anos com base na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou desnecessária a conclusão de um curso superior de jornalismo para exercer a profissão.
A discussão, porém, pode voltar. No fim de novembro, o Senado aprovou, em primeiro turno, proposta de emenda constitucional que torna obrigatório o diploma do curso superior para o exercício da profissão.
Segundo Leão, o curso oferecido não substitui a graduação e é livre - por isso não precisa de autorização do Ministério da Educação.
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