Governador reconhece a necessidade que os partidos têm de fortalecerem suas bases eleitorais WALESKA SANTIAGO |
Para o governador, até junho do próximo ano, quando ocorrerão as convenções partidárias, é possível entendimentos
O governador Cid Gomes (PSB) considera natural o que está acontecendo em Fortaleza, com vários partidos da base aliada apresentando nomes para disputar a Prefeitura da Capital, no próximo ano. Ele diz que acredita na possibilidade de manutenção da coligação, mas está consciente que a definição não será agora, até porque esse processo somente em junho de 2012 será concluído. Naquele mês é que acontecerão as convenções partidárias para homologação de todos os candidatos. Dos partidos aliados já manifestaram, publicamente, desejo em apresentar candidatos o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), alguns filiados ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e alguns integrantes do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Desses, o governador entende que o PT é quem tem o direito de indicar um candidato, no caso da manutenção da aliança, em razão de ser ele quem comanda o Executivo municipal desde o ano de 2004
Em entrevista ao Diário do Nordeste, no sábado, após participar do evento promovido pelo PC do B, o governador revelou que não definiu uma data para dar início ao processo de negociação sobre a sucessão municipal, até porque ainda há muito tempo para isso.
Tempo suficiente
Na sua opinião, na democracia é natural que cada partido queira ter uma maior participação, maior representação, e o ideal de todo partido é ter um candidato próprio. Então, ainda existe tempo suficiente para fazer "prospecções".
Para o governador Cid Gomes a aliança existente tem um sentido emblemático muito forte para o Ceará porque nos últimos anos é a aliança política mais ampla e que tem se mantido sem defecções, conseguindo até ampliar e isso não é fácil. A tendência de alianças que estão no poder é ter defecções, ter perdas e nós temos conseguido ampliar essa aliança, ressalta.
Como as próximas eleições são de âmbito municipal, a correlação de forças locais é o fator predominante. Então, "a gente pode não manter essa aliança em 183 municípios do Estado do Ceará e mantendo em Fortaleza a impressão que se passará é a de que a aliança saiu incólume. Então eu vou me esforçar muito, pessoalmente, para preservar essa aliança".
Ele reconhece que para isso é preciso humildade e sensibilidade com o clamor popular. "Agente tem que identificar com muita racionalidade e também com muito coração qual é o sentimento, o que é que o fortalezense espera, qual é a expectativa que ele tem de uma próxima administração e encontrar dentro desses partidos o projeto, principalmente, e o nome que possa melhor representar esse projeto".
Lideranças
Na sua avaliação o momento agora é de cada partido trabalhar o seu ideal de projeto. O PCdoB fez sua convenção estadual, o PT está realizando encontros, o PSB também está fazendo encontros, trazendo inclusive algumas lideranças de outros Estados como o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, para apresentar sua experiência até porque alguns problemas são semelhantes às duas capitais (Belo Horizonte e Fortaleza). Então, como se trata de uma aliança ampla, com uma média de 10 a 12 partidos, a solução definitiva somente será conhecida no próximo ano, enfatiza o governador.
O governador Cid Gomes (PSB) considera natural o que está acontecendo em Fortaleza, com vários partidos da base aliada apresentando nomes para disputar a Prefeitura da Capital, no próximo ano. Ele diz que acredita na possibilidade de manutenção da coligação, mas está consciente que a definição não será agora, até porque esse processo somente em junho de 2012 será concluído. Naquele mês é que acontecerão as convenções partidárias para homologação de todos os candidatos. Dos partidos aliados já manifestaram, publicamente, desejo em apresentar candidatos o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), alguns filiados ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e alguns integrantes do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Desses, o governador entende que o PT é quem tem o direito de indicar um candidato, no caso da manutenção da aliança, em razão de ser ele quem comanda o Executivo municipal desde o ano de 2004
Em entrevista ao Diário do Nordeste, no sábado, após participar do evento promovido pelo PC do B, o governador revelou que não definiu uma data para dar início ao processo de negociação sobre a sucessão municipal, até porque ainda há muito tempo para isso.
Tempo suficiente
Na sua opinião, na democracia é natural que cada partido queira ter uma maior participação, maior representação, e o ideal de todo partido é ter um candidato próprio. Então, ainda existe tempo suficiente para fazer "prospecções".
Para o governador Cid Gomes a aliança existente tem um sentido emblemático muito forte para o Ceará porque nos últimos anos é a aliança política mais ampla e que tem se mantido sem defecções, conseguindo até ampliar e isso não é fácil. A tendência de alianças que estão no poder é ter defecções, ter perdas e nós temos conseguido ampliar essa aliança, ressalta.
Como as próximas eleições são de âmbito municipal, a correlação de forças locais é o fator predominante. Então, "a gente pode não manter essa aliança em 183 municípios do Estado do Ceará e mantendo em Fortaleza a impressão que se passará é a de que a aliança saiu incólume. Então eu vou me esforçar muito, pessoalmente, para preservar essa aliança".
Ele reconhece que para isso é preciso humildade e sensibilidade com o clamor popular. "Agente tem que identificar com muita racionalidade e também com muito coração qual é o sentimento, o que é que o fortalezense espera, qual é a expectativa que ele tem de uma próxima administração e encontrar dentro desses partidos o projeto, principalmente, e o nome que possa melhor representar esse projeto".
Lideranças
Na sua avaliação o momento agora é de cada partido trabalhar o seu ideal de projeto. O PCdoB fez sua convenção estadual, o PT está realizando encontros, o PSB também está fazendo encontros, trazendo inclusive algumas lideranças de outros Estados como o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, para apresentar sua experiência até porque alguns problemas são semelhantes às duas capitais (Belo Horizonte e Fortaleza). Então, como se trata de uma aliança ampla, com uma média de 10 a 12 partidos, a solução definitiva somente será conhecida no próximo ano, enfatiza o governador.
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