O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu audácia aos países para que o objetivo seja cumprido FOTO: REUTERS |
Nova York O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, estabeleceu ontem um prazo de dez anos para erradicar a Aids do mundo e pediu audácia para cumprir esse objetivo, na jornada inicial de reuniões das Nações Unidas dedicadas a essa enfermidade.
"Nos reunimos para dar fim a Aids. Esse é o nosso objetivo: o fim da Aids em dez anos, com zero novas infecções, zero traumatismos e zero mortes ligadas à Aids", disse Ban Ki-moon aos chefes de Estado e ministros presentes na primeira jornada de reuniões de três dias. "Contudo, se quisermos liquidar a Aids dos livros de história, teremos que ser ousados", advertiu o secretário-geral na sede da ONU em Nova York.
O presidente americano, Barack Obama, que não participará da reunião, pediu por meio de nota que mais governos se comprometam na luta contra a Aids e coordenem de maneira mais eficiente seus esforços.
"Nenhum país pode fazer isso sozinho. Juntos, podemos tentar cumprir com nossas responsabilidades de maneira compartilhada e chegar a um mundo sem Aids", afirmou Obama em um comunicado.
Celebrada por ocasião do 30º aniversário da descoberta da Aids, a reunião tem por objetivo redefinir os compromissos da comunidade internacional contra a epidemia.
Apesar dos progressos registrados nos países mais pobres, todos os dias são contaminadas 7.000 pessoas no mundo.
Em seu discurso, Ban Ki-moon afirmou que outro dos objetivos principais da cúpula é o acesso ao tratamento para todos os enfermos e insistiu na necessidade da utilização das campanhas de comunicação para que o mundo inteiro tenha acesso às informações sobre o assunto.
Por sua parte, o presidente da Assembleia Geral da ONU, Joseph Deiss, afirmou que o número de enfermos tratados multiplicou por dez nos últimos cinco anos, apesar de ainda existirem "dez milhões de pessoas que não têm acesso aos medicamentos necessários".
Em uma das primeiras intervenções latino-americanas, o vice-presidente da Guatemala, Rafael Espada, felicitou a ação.
"Nos reunimos para dar fim a Aids. Esse é o nosso objetivo: o fim da Aids em dez anos, com zero novas infecções, zero traumatismos e zero mortes ligadas à Aids", disse Ban Ki-moon aos chefes de Estado e ministros presentes na primeira jornada de reuniões de três dias. "Contudo, se quisermos liquidar a Aids dos livros de história, teremos que ser ousados", advertiu o secretário-geral na sede da ONU em Nova York.
O presidente americano, Barack Obama, que não participará da reunião, pediu por meio de nota que mais governos se comprometam na luta contra a Aids e coordenem de maneira mais eficiente seus esforços.
"Nenhum país pode fazer isso sozinho. Juntos, podemos tentar cumprir com nossas responsabilidades de maneira compartilhada e chegar a um mundo sem Aids", afirmou Obama em um comunicado.
Celebrada por ocasião do 30º aniversário da descoberta da Aids, a reunião tem por objetivo redefinir os compromissos da comunidade internacional contra a epidemia.
Apesar dos progressos registrados nos países mais pobres, todos os dias são contaminadas 7.000 pessoas no mundo.
Em seu discurso, Ban Ki-moon afirmou que outro dos objetivos principais da cúpula é o acesso ao tratamento para todos os enfermos e insistiu na necessidade da utilização das campanhas de comunicação para que o mundo inteiro tenha acesso às informações sobre o assunto.
Por sua parte, o presidente da Assembleia Geral da ONU, Joseph Deiss, afirmou que o número de enfermos tratados multiplicou por dez nos últimos cinco anos, apesar de ainda existirem "dez milhões de pessoas que não têm acesso aos medicamentos necessários".
Em uma das primeiras intervenções latino-americanas, o vice-presidente da Guatemala, Rafael Espada, felicitou a ação.
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