Entrada da rua Paulino Nogueira: moradores do entorno da praça esportiva temem que confrontos entre torcidas organizadas ameacem a paz do bairro da Gentilândia FOTO: KID JÚNIOR |
Desde o fechamento do Estádio Presidente Vargas, em fevereiro de 2008, que os moradores dos arredores da praça esportiva se veem em meio a um misto de emoções que, por um lado, envolvem a saudade e, por outro, o alívio de poder obter dias de sossego. O alívio não se deve ao fechamento do estádio em si - que diga-se de passagem é tido como o xodó do bairro -, mas sim ao constante vandalismo praticado por uma minoria de torcedores, que acabam levando medo a vizinhança.