Por unanimidade os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram manter o afastamento do deputado Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados e de seu mandato.
Os ministros acompanharam o relatório do ministro Teori Zavascki que proferiu um voto com mais de 70 páginas enumerando diversas provas da necessidade do afastamento de Cunha, entre elas o de impedir o andamento do processo de cassação que corre contra ele no Conselho de Ética da Casa.
Os ministros destacaram em seu voto que essa decisão se tratava de uma momento excepcional, não uma interferência do Supremo no Poder Legislativo. “Afastar Cunha é uma decisão drástica, para lá de incomum. Esta decisão trata-se de uma excepcionalidade, não é um instrumento de valoração de um Poder sobre outro”, defendeu Dias Toffoli.
O ministro afirmou que estava propenso a votar apenas pelo afastamento de Cunha da presidência da Câmara, e não pela saída do cargo de deputado. Mas, diante dos fatos apresentados por Teori durante a sessão, o ministro reconsiderou.








“Foi publicado hoje (4) no Diário Oficial da União decreto que institui o Programa de Prorrogação da Licença-Paternidade para servidores públicos federais, regidos pela Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.


Deputados de seis partidos - PT, PDT, PCdoB, PPS, Psol e Rede - irão nesta terça-feira, 3, ao Supremo Tribunal Federal (STF) cobrar julgamento do pedido de afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da Presidência da Câmara. O pedido, feito pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot, aguarda julgamento desde dezembro do ano passado.